Minha volta aos livros
Thursday February 25, 2016 | Leituras

Há um tempão eu não lia um livro. É.
Justamente eu, que cresci rodeada por eles, tive uma juventude cheia de livros fantásticos, uma vida-adulta-até-os-23-anos lotada deles, não fazia uma leitura realmente bacana há uns 3 anos, mais ou menos.

– Diga-me uma coisa. Por que os homens sempre acham que têm de agir como super-heróis autodestrutivos quando surge algum problema?
– É a única madeira de amar que conhecemos.

Esses dias comecei a ler O Demonologista, do Andrew Pyper. Não procurei nada sobre esse livro antes de começar a lê-lo. Só sabia que se tratava de um homem em busca da sua filha.
Durante a leitura me deparei com muitas coisas da quais eu não conhecia, ou pelo menos não conhecia o suficiente, como a obra Paraíso Perdido (ou Paradise Lost, em inglês) de John Milton, por exemplo.

Se eu já acabei de ler? Ah, na verdade não. Faltam umas 50 páginas, de um total de 315 (se bem me lembro). E eu tô aqui, lendo devagar pra caralho, pois nem quero que acabe.

3 comentários


Hello, there!
Tuesday February 23, 2016 | Pessoal, Random

Há muito, mas muito tempo (mesmo) queria escrever algo aqui. Mas a vontade não é maior que minha preguiça – como sempre. Na realidade não é nem preguiça por assim dizer, é algo que eu chamaria de… Enfim, eu não sei.

Minha última aparição aqui foi no final de setembro de 2015, e já estamos quase em março de 2016. Qualquer pessoa teria algo de bom pra contar, ou ao menos teria um assunto bacana pra abordar numa “volta triunfal”. Mas eu… Não.

Olha, o problema aqui é tão grande, que fazem 10 minutos, pelo menos, que tô tentando fortemente continuar a escrever, mas não me vem nada em mente.
Então tchau.

[5 minutos depois]
Acho que vou mudar esse blog pra algo mais “diário”. Não diário de “OI QUERIDO DIARIO, HOJE EU FIZ ISSO, ISSO E AQUILO“, mas diário no sentido de que me permitirei escrever qualquer porcaria, postar qualquer foto aleátoria que me vier em mente. Querendo ou não, ter um blog pra mim sempre foi coisa séria (desde 2002). Nunca foi um negócio, nunca será, mas sempre exigi de mim um pouco demais em relação a isso.
É, acho que talvez agora seja a hora de eu desencanar e mandar um foda-se mesmo.
Vamos ver.

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